quarta-feira, 16 de maio de 2012

...Suzana Oliveira...


Eu amo os mineiros e amo Bh.
Amo-os por tudo o que já me ofereceram e por tudo aquilo que ainda me oferecem. Por isso, desta vez, deixemos as grandes reflexões e devaneios de lado pra contemplarmos o trabalho de uma grande mineira, mulher de Deus, que tem me cercado ultimamente: Suzana Oliveira.
São muitas as canções dela que me tocam, mas hoje escolhi compartilhar a poesia de Doce Presença. Os contemplativos hão de concordar comigo que os versos desta canção, por momentos, parecem ter sido arrancados de dentro de nossas almas e colocados à disposição de uma harmonia de muito bom gosto! Em fim, deixo vocês com o som dela e com as orações que muito resumem minha alma e meu blog, abraços.


Eu aprendi fechar os olhos...
Aprendi fazer calar tudo em volta de mim...
Tu és o silêncio no meio do caos...
O toque no meio da solidão, palavra que me transforma...

quarta-feira, 4 de abril de 2012

...Fé Pensada I...

"O conhecimento é indispensável à vida e ao serviço cristão. Se não usamos a mente que Deus nos deu,condenamo-nos à superficialidade espiritual, impedindo-nos de alcançar muitas riquezas da graça de Deus. Ao mesmo tempo o conhecimento nos é dado para ser usado, para nos levar a cultuar melhor a Deus, nos conduzir a uma fé maior, uma santidade mais profunda, um melhor serviço. Não é de menos conhecimento que precisamos, mas sim de mais conhecimento, desde que o apliquemos em nossa vida."
STTOT, Jhon R. W. Crer é também pensar. A importância da mente cristã. Trad. Milton Azevedo Andrade. Sexta impressão. ABU Editora. São Paulo, SP. 1994.

Alessandra Arce, Alfredo Bosi e Karl Marx... São estes com quem tenho me deparado nos últimos dias. Imagino que ao citar três personalidades do campo científico surja uma leve frustração, ou certa surpresa, no 'eu divagante' do leitor. É verdade que o Marxismo prega contra a existência de Deus, que tal ideologia admite o homem como centro da própria vida... Mas é verdade também que o Marxismo tem determinadas afirmativas verdadeiras, porém marginalizadas pela Igreja.

Desde os primórdios o homem tem essa necessidade por Deus! Ele buca Deus, sente falta de Deus e crê em Deus. Entretanto, desde os primórdios também tem necessidade por conhecimento, pela maestria ou pelo entendimento. Partindo dos princípios cristãos encontramos Adão no Éden se relacionando com Deus, e, ainda um pouco antes, encontramos Deus formando a humanidade à sua imagem e semelhança. É claro, na passagem, que Deus criou o ser humano para relacionamento, e para tanto, dotou-o com peculiaridades próprias, dentre elas a psiquê. Partindo da cientificidade percebemos, nos recortes do tempo da humanidade, que a crença é inerente à raça humana... Zaratustra, Hera, Zeus e tantos outros deuses nos mostram essa necessidade pelo divino. Em contrapartida, ao olharmos para o que é chamado de Berço Grego encontramos a ciência, a busca do homem por explicações concernentes ao biológico, matemático e filosófico da vida.

Para muitos o cristianismo, ou a pessoa de Cristo, lida e deve lidar apenas com o que é transcendente! A Igreja é espiritual, é quem entende de hostes espirituais, quem detém o conhecimento das feridas da alma, quem monopoliza a redenção ou a operação de milagres. Portanto não se mistura com o científico: Aquilo que detém explicações sobre o natural, a perecível vida terrestre. É como se o cristão vivesse num mundo à parte, apesar de usufruir do planeta Terra, de alimentar-se da sociedade e de sua estrutura o cristão é uma 'casta privilegiada' no mundo, tem o quesito DEUS.

Não acredito que a Igreja deva tornar-se Marxista, muito menos Científica... Não acredito que a ciência por si só seja suficiente, acredito no exercício do culto racional. Apesar de muitos restringirem o culto ao momento de solitude devocional, ou ainda, ao momento de adoração comunitária, ouso dizer que no convívio social,  no ordinário do cotidiano, o cristão vive um culto a Deus. A nomenclatura Culto vem do latim Cultus que tem a conotação do cultivar a Terra, posteriormente essa raiz originou a palavra Cultura, pois a Cultura é o exercício do cultivar-se por dentro, resumindo: Cultura é o resultado das memórias que um determinado meio possui de si mesmo. Ao intertextualizarmos esse conceito com a proposta do Culto racional percebemos que cultuar a Deus é cultivá-lo em nosso coração, isso, em todo e qualquer meio.

O chamado de todo cristão está no Ide... " Ide e pregai o evangelho a toda a criatura..." Mas o anuncio do evangelho só é possível a partir de uma experiência real com ele, uma experiência que leve-nos a cultivar o Pai em nós, a Cultua-lo. O Cultivar Deus na nossa cultura, no nosso contexto social é tão importante quanto cultivá-lo em nós... Perante isso a ciência tem suma importância, é necessário ouvir sua proposta, entender o que ela diz, pesar seus questionamentos. É importante que o cristão alcance a erudição, que alcance a persuasão e a argumentação ( assim como fez Paulo no discurso diante das autoridades), pois se é necessário dispor de toda uma linguagem para alcançar um determinado meio, que seja então! É preciso ser Igreja em todo o tempo. Deus abençoe a todos nós.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

...O Garotinho Quebrado...


Todo dia às seis horas da manhã um garotinho se colocava em pé, tomava banho, vestia o uniforme da escola, pegava seus materiais e seguia para o colégio... É bem verdade que ele não gostava muito dos estudos, mas ir a escola sempre foi fantástico! Na sala de aula sentava-se na terceira cadeira da primeira fila, encostada na parede, e esforçava-se para estudar. Não conseguia entender matemática, nunca conseguiu e nunca soube bem o porquê.

Esse garotinho que achava que seu grande problema era matemática, logo descobriu que, ao tratar de crescer, fazer escolhas certas na vida era um problema bem maior. Acertou ao optar pela amizade, errou ao escolher quem seriam seus amigos... Sempre houve esse abismo entre ele e as pessoas, esse abismo entre a percepção que ele tinha da vida e a percepção que os outros tinham.

E as coisas ficaram difíceis, muito difíceis. Esse garotinho conheceu pessoas erradas, foi exposto à maldade e viu de perto a humilhação. Como exigir que um garotinho aja como alguém normal quando sente-se quebrado? Como manter a aparência quando se está aprendendo a construir a própria imagem? E um dia o garotinho percebeu que havia sido roubado, que parte da infância que era sua por direito lhe havia sido tirada! Sentiu dor, sentiu raiva, sentiu revolta... Se perdeu.

O mundo pareceu pequeno e impróprio, a vida pareceu pesada, a terra pareceu um péssimo lugar pra se viver. Foi justamente quando o garotinho percebeu que, se quisesse sobreviver, precisaria reinventar-se: Era necessário ser mais forte, menos afetivo... Mais vil. A competitividade do dia-dia imprimi coisas nada humanas nos seres humanos, e não foi diferente com nosso garotinho.

Entretanto a vida da criança tem esse momento mágico... Esse momento em que uma fenda se abre entre o tempo e o espaço e as coisas perdem gravidade! Foi num momento desses que o sol brilhou e aqueceu toda a geleira que cercava o pequeno coração. E o garotinho aprendeu! Aprendeu que dói muito tratar a ferida, mas dói mais fingir que nada está ferido. Aprendeu que existem boas almas na terra e que este mundo foi criado pra pessoas boas  e não pra pessoas desumanas. Aprendeu que existe mais gente quebrada no mundo do que parece e que, por isso, há alguém particularmente interessado em consertar pessoas. Aprendeu que sim, existe conserto pra pessoas quebradas e que agora, já consertado, jamais se tornaria um garotinho disfuncional, triste, esquecido e sem conserto.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

...A Parábola da Semeadura e a Boa Terra...



"Tendo Jesus saído de casa, naquele dia, estava assentado junto ao mar; E ajuntou-se muita gente ao pé dele, de sorte que, entrando num barco, se assentou; E toda a multidão estava em pé na praia. E falou-lhe de muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis que o semeador saiu a semear. E, quando semeava, uma parte da semente caiu ao pé do caminho, e vieram as aves, e comeram-na; E outra parte caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra funda; Mas, vindo o sol, queimou-se, e secou-se, porque não tinha raiz. E outra caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e sufocaram-na. E outra caiu em boa terra, e deu fruto: um a cem, outro a sessenta e outro a trinta. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça." (Mateus 13)


 Sempre acreditei na política da bondade. O crente tem de ser uma boa pessoa, tem de ser exemplo de bondade. Entendo que os Frutos do Espírito são nada menos que a expectativa do Senhor para conosco na paz, no amor, na mansidão e todas as demais obras. Por isso sempre busquei nas pessoas as boas obras, busquei graça, cordealidade e amor com despreendimento.

Entretanto, na minha Vida, existe uma pessoa que muitas vezes feriu essa visão em mim. O que acontece é que, na individualidade do evangelho, cada um de nós é livre pra desenvolver sua fé e frutificar a partir dela na área em que julgar necessário. Portanto essa pessoa ainda possui suas dificuldades com os Frutos do Espírito e eu, na quelidade de bom cristão, tive de aprender a lidar com isso.

Nunca vou me esquecer das palavras de uma grande amiga, da minha época de seminário, no contexto de uma determinada conversa dizendo assim: 'As vezes você vai achar que estão abusando de você e vai ser neste momento que você vai ter de escolher por abusar do outro ou não'. A Ecleyse nem sabia, mas estava plantando em mim uma boa semente! Muito me doí, muito chorei e muito errei por causa desta cituação, como é difícil lidar com a diferença das pessoas, a diferença do evangelho sendo vivido nelas.

Um dia, enquanto lia a passagem de Mateus 13, Deus resolveu esse problema pra mim. A Parábola da Semeadura fala dos tipos de terra existentes no coração do cristão, fala das más terras, de como as sementes não conseguem crescer e fala do principal: A terra boa. A semente lançada sobre a terra boa produziu a cem por um, a sessenta por e a trinta por um, ou seja, nem todas as sementes produzem a cem por um.

As vezes nos deparamos com as pessoas e suas dificuldades frente ao evangelho. Nós questionamos essas pessoas, questionamos o evangelho vivido por elas. Mas a Bíblia fala que nem toda semente produzirá a cem por um, ou ainda, toda a semente que produz menos de cem por um ainda está plantada em boa terra. Acredito que é fácil você perceber que meu problema com aquela determinada pessoa da minha Vida foi resolvido em um versículo.

Eu tenho aprendido a conviver com as pessoas e com o seu evangelho. Sim, existem coisas que cabem dentro do meu evangelho e não cabem dentro do evangelho alheio, assim como existem coisas que cabem dentro do evangelho alheio e não cabe no meu, não me serve, não me acrescenta. Tenho aprendido que, talvez, eu tenha sido chamado pra frutificar a oitenta por um e o outro a frutificar quarenta por um. É claro que o peso pra mim será maior, é claro que meu evangelho pesará mais, será mais cobrado, terá de estender mais graça, porque isto sou eu produzindo e não o outro.

Entendi que é por isso, que por vezes, somos chamados de 'radicais' ou 'relapsos', que é por isso que existem 'petencostais' e 'tradicionais' e é por isso que o reino dos céus trata com todas essas pessoas, porque Deus é um Deus que lida com todas as pessoas. Uns são chamados pra usar saia e cabelo grande, eles entendem e desenvolvem a sua fé com a vestimenta, e outros são chamdos pra usar piercing e tratar com travestis. Cada um frutifica o quanto tem de Deus, o quanto consegue absorver de Deus, e todos vão para o céu, todos são terra boa, todos são bons cristãos, todos estão desenvolvendoa fé.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

...Netinho em 2011...


Perdendo e se situando!


Acredito que se não fosse essa sensação de perca não escreveria tanto assim! Quer dizer, tempo passa, tempo vem sinto que vou me perdendo... Minha alma tem essa constante mania de adormecer, de se entregar e ir sumindo, diminuindo, esquecendo. Às vezes alguém dentro em mim olha pra vida, pras coisas que acontecem, e se distancia em busca de um lugar quieto.

O fato é que me perco, que não encontro referência, que me estranho comigo mesmo. Acontece, apenas acontece... Não existe resposta! No mundo existem aqueles que se identificam com o reluzente e aqueles, como eu, que se identificam com o ordinário. Nós corremos e tentamos, tentamos e tentamos demasiadamente... Perseguimos coisas dentro e fora pra no final acabarmos no ‘Im Lost’.

Aliás, ultimamente palavras como Lost, Loser andam surgindo em meu caminho, se tornaram pedrinhas que vou chutando enquanto caminho a diante. Entretanto há uma verdade em tudo isso... Existem aqueles que se encontram quando se sentem perdidos. Nem sempre uma sensação fala de um ser, às vezes as coisas estão apenas se movendo por dentro, perdendo a gravidade. Acho que o mundo se equilibra assim, com as folhas que correm com o vento e as que correm com o rio, no fim das contas todas correm, todas chegam lá, todas caíram de algum lugar e se vão para outro, com um único propósito, um único objetivo.

Isso é a minha humanidade, essa é a minha essência... Minha inclinação toda manhã que levanto e todo dia que vivo sem a Pedra que me equilibra. Sou dramático e levemente excêntrico, ansioso e distraído, meigo e irritadiço. Amanheço feliz e me deito em lágrimas. Frustro-me. Desisto de tudo, esqueço do mundo e me fecho. Imperfeito? É verdade, bem verdade... Imperfeito! Mas isso sou eu sem Aquele detalhe que tempera todo o meu viver... E sabe o que mais? O mundo anda precisando disso, de perdidos que vão se situando por intermédio Dele.


Texto escrito com base nas esperiências vividas
e superadas em 2011.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

...Geração Monstro...

Fucking Perfect - P!nk.:

I Kissed a Girl - Kate Perry.:

Desde que o mundo é mundo existem conceitos. Existe o conceito do que é certo e errado, o conceito do belo e do feio, daquilo que é digno e do que não é, em fim, há conceito sobre tudo. No decorrer da evolução humana, das suas conquistas e de seus avanços científicos esses conceitos ganharam mais espaço no meio da sociedade, de modo que o homem hoje é o que ele possui, ou seja, um lindo corpo, sucesso financeiro e todos os ideais do meio social. O problema com o conceito é que ele tem prazo de validade, um dia o homem cansa de suas futís exigências e rompe com aquilo que antes julgou ser importante.

A geração 21, geração do séc. 21, é aquela geração universitária que acredita na mudança da sociedade. É a geração que debate sobre políticas públicas na segunda-feira e vai na balada aos Domingos, que tem como uma de suas bandeiras a 'aceitação'. Atualmente não importa se a cor da pele é preta ou amarela, se se ama meninos como se deveria amar meninas, se é pobre ou é rico, pois o importante é ser feliz à cima de qualquer conceito. A juventude está rompendo com o 'tradicional' e está se permitindo 'experimentar': Puxar maconha uma vez não significa que se é um viciado, beijar uma garota não significa que está apaixonado, são apenas momentos, coisas que vão passar, morrer na memória.

Esta geração é a geração Monstro, a geração: "...Não persiga seus demônios, aprenda a conviver com eles", isso está estampado nos mais famosos vídeo clips, está sendo cantado pelas mais belas vozes. É a geração que resolveu se amar e pra tanto fará o possível e o impossível, buscará o seu lugar. Entretanto, apesar de tudo que foi refletido aqui sabe-se que o Amor verdadeiro não está em atitudes vazias, não está na compreensão do desprezível, não está no mover de braços fortes... Está em Deus.

A Cruz é a expressão exata da aceitação. A Bíblia é o verbo exato da aceitação. Cristo é a esperança do amor. Por mais que canções cantem, que histórias lindas de amor aconteçam, por mais que toda uma sociedade mude e um movivmento ganhe o mundo. Só existiu Um capaz de doar sua Vida por amor ao desprezível, Ele mesmo tem visto o mundo, Ele mesmo tem movido sobre a humanidade, Ele mesmo encontrará uma forma de curar tudo aquilo que está ferido, tudo aquilo que cada vez mais tem se tornado enfermo. Cristo reinará em paz, equilibrará os anseios humanos e estabelecerá seu reino em verdade.

sábado, 8 de outubro de 2011

...Deus, um dogma...






Numa dessas manhãs na sala de aula estava entre Pãnini, Aristóteles e Platão. A Linguagem é um fenômeno lindo, e o homem vem tentado esgotar suas faculdades desde o Séc. IV ac. Já havíamos passado pela Índia, Grécia e por todo o império de Alexandre Magno, ví conceitos, passei pela filologia e me deparei com os estudos científicos.






Existem momentos que são peculiares, a chuva por exemplo, ela simplesmente cai, não marca hora, não faz anúncio, não desiste de chover... Quando ela vem molha tudo aquilo que pode alcançar. Assim é muita coisa na Vida, inclusive o encontro do homem com Deus, mas voltemos à Linguistica. A ciência ensina que um estudo sempre deve ser refutável, passível de questionamentos. Deve ser consistente, econômico entre muitas outras coisas.






Ela tem a síndrome dos fatos, só consegue trabalhar com o palpável e multável. Aquilo que diz-se concreto, esgotado e imultável não é ciência é outra coisa... Dentre tantas pode ser dogma. Sabe-se que a essência de Deus é inabalável, sua soberania inquestionável, seus atributos inexplicáveis: Deus é o maior dogma existente e a ciência não dá conta disto.






Aprendi muito sobre estudos ciênctíficos, arrasei na prova, mas, entendi porque dizem que Deus é um dogma. Há várias formas de encarar isso sabe? Talvez, seja um dos grandes elogios a Deus a ciência tratá-lo como dogma, já que a partir desta afirmação ela exprime sua ineficiência, ineficácia diante de um ser tão irrefutável e absoluto como o Senhor.






Deus simplesmente cura, não cogita possibilidades! Ele toca o coração sem abrir o nosso tórax, Ele derrama a graça sobre o homem sem que este a mereça. Deus é O Dogma. A ciência é tão pequenina que nem diante de uma tentativa milenar de macular a identidade de Deus ela se vê vitoriosa. Diante Dele ela sucumbe ao convite a despir-se dos fatos, e simplesmente se recusa ir ao descanso de Deus. Não dá conta de um Ser tão transcedente viver harmônicamente com o natural, o corriqueiro, o humano.






O encontro do homem com Deus é algo inexplicável e não pode ser financiado por outro qualquer. Enquanto uns se perdem em devaneios e trivialidades torço para que os mesmo se rendam a Deus. Pois Ele é o advento divisor na Vida da humanidade, uma vez rendido a sua vontade, rendido se está eternamente. Que a Ele seja a honra e a glória para todo o sempre.